Sul-coreanos estão mais preocupados com o preço da couve do que com os ditadores da Coreia do Norte

outubro 14, 2010

Foto: iStockphoto.com

“Esqueça os maus ditadores. O preço da couve é o que realmente preocupa os coreanos.” É assim que a renomada revista inglesa The Economist introduz um artigo que fala do aumento do preço da couve na Coreia do Sul. Segundo o texto, a palavra na boca de todos os coreanos atualmente é couve. Isso porque o preço desse vegetal, a base para o preparo do kimchi, o prato tradicional da Coreia, sobe assustadoramente. O tal kimchi está presente em praticamente todas as refeições dos coreanos, é um símbolo nacional e está cada vez mais caro prepará-lo. Hoje, um pé de couve custa mais de 11 mil wons (cerca de R$ 16), bem mais do que os 2 ou 3 mil wons (R$ 3) que custava um ano atrás. Já é mais do que o quilo da carne de porco. R$ 16 num pé de couve? O prato tem que ser bom mesmo.


Lei proíbe venda de banana por dúzia

julho 29, 2008

Os feirantes acostumados a vender bananas por dúzia terão que rever seus hábitos. Uma lei sancionado pelo governador de São Paulo, José Serra, proíbe a venda da fruta dessa forma. Agora, só por quilo, como é costume nos supermercados. Uma amiga que vai à feira não gostou da notícia, afinal, é bem mais barato comprar banana nas feiras livres. O argumento do autor da lei, um deputado do PSDB, é que os produtores de banana perdem cerca de R$ 90 milhões ao vender a fruta em caixas com capacidade para 33 quilos, recebendo por elas o equivalente a 20 quilos. Mas não seria mais fácil então rever o que é pago aos produtores em vez de proibir a venda por dúzia? Se eles aumentassem o preço da dúzia de bananas já não resolveria o problema? Confesso que não entendi muito bem a lei. E abacaxi? Continua sendo vendido por unidade na feira ou vai ser por quilo também?

A reportagem é do G1.


Esgoto humano vira fertilizante barato

julho 16, 2008

O custo do fertilizante convencional utilizado na agricultura é atrelado ao petróleo e, por isso, subiu muito nos últimos tempos. Uma alternativa 80% mais em conta, no entanto, já surgiu no mercado. Na Inglaterra, muitos donos de terras estão comprando dejetos humanos para fertilizar suas plantações. A empresa Severn Trent Water, que fornece 600.000 toneladas de dejetos a fazendeiros por ano, nem consegue atender à demanda, segundo reportagem da BBC. No último ano a procura pelo produto subiu 25%. O único problema do fertilizante mais barato é o cheiro. O fazendeiro inglês Jonathan Barrett, que tem 4.500 acres com plantações em Norfolk, no nordeste da Inglaterra, admite que seus vizinhos reclamam do mau cheiro. Os dejetos humanos têm uso autorizado na agricultura, mas estão proibidos na plantação de vegetais que servirão para saladas, de frutas e aqueles cuja raiz é consumida. Após o tratamento que o esgoto recebe, 99% dos microorganismos nocivos são mortos.


US$ 350 por um besouro

julho 1, 2008

O empresário colombiano German Viasus, de 36 anos, encontrou um mercado lucrativo e emprega, atualmente, oito pessoas. Ele cria besouros gigantes em sua terra natal e os exporta para o Japão, onde existe uma “mania de besouro” – “beetlemania”, em inglês, segundo reportagem do Los Angeles Times. O negócio, autorizado tanto pelo governo japonês como pelo colombiano, é lucrativo. Viasus envia cerca de 300 besouros gigantes por mês ao Japão, que são vendidos em pet shops por cerca de US$ 350 cada. Há espaço para crescer. O empresário diz que poderia vender mil insetos por mês se tivesse essa quantidade disponível.


A economia vem do leite

março 20, 2008


O Castelo de Wapnö, na Suécia, diminuiu suas contas de energia em R$ 400.000 por ano depois que passou a usar leite de vaca para aquecer a antiga edificação do século 18. Os 30.000 litros de leite retirados diariamente das 1.100 vacas do castelo saem de seu ambiente natural a 37 graus. Logo em seguida passam por um resfriamento e chegam a baixos três graus, para que durem mais tempo. A idéia do gerente do castelo consiste em aproveitar o calor que sai do processo de resfriamento e usá-lo no sistema de aquecimento. A engenhoca é formada por um equipamento de resfriamento de leite que produz calor e um trocador de calor. Através desse último, o ar quente produzido no processo é transformado em água quente. A água, por sua vez, é bombeada para as tubulações do sistema de aquecimento e abastecimento de água quente do castelo. Ufa. Parece trabalhoso, mas funciona e ainda gera economia. Antes, eram necessários 17 metros cúbicos de combustível para aquecer o castelo. Agora, o antigo boiler foi desativado. Já existem planos para a construção de um hotel próximo ao castelo que usaria o novo sistema, pioneiro na Suécia. Para a o empreendimento hoteleiro a engenhoca significaria uma economia de aproximadamente R$ 790.000 por ano. O meio ambiente também agradece.

A notícia completa pode ser lida no site da BBC Brasil.