Prêmio de US$ 100 mil para o mais rápido a enviar uma mensagem de texto por celular

janeiro 19, 2010

Na semana passada, a LG, fabricante de telefones celulares, organizou um concurso curioso na cidade de Nova York, nos Estados Unidos: a pessoa mais rápida a digitar uma mensagem de texto ganharia US$ 100 mil (cerca de R$ 177 mil). Os vencedores da competição, batizada como LG Mobile World Cup, foram dois jovens sul-coreanos de 17 e 18 anos. O segundo lugar ficou com uma equipe de adolescentes americanas – 14 e 16 anos. Na terceira posição ficaram dois argentinos e em quarto, jovens brasileiros. Participaram do concurso 26 equipes de 13 países.


I am a Mac. I am a PC

novembro 10, 2008

macxpcMac ou PC. O que é melhor? Não sou eu que vou responder essa questão, mas a disputa pelo mercado consumidor fez a Apple jogar mais algumas fichas na mesa. Li numa reportagem do jornal espanhol 20 Minutos que o site da Apple na Espanha disponibiliza cursos gratuitos para os interessados em aprender a usar o computador da maçãzinha. Fui checar e no site brasileiro isso também existe, com o nome Switch 101. Os cursos proporcionam os conhecimento básicos do Mac e mostram aos usuários de PC como adaptar seus hábitos de trabalho para tirar o máximo de proveito do computador da Apple.


A bilionária indústria dos remédios

julho 28, 2008


Li uma reportagem na revista Exame desta quinzena e fiquei chocada. O texto fala do bilionário mercado dos remédios nos Estados Unidos. Em 2005, segundo a matéria, os americanos gastaram US$ 250 bilhões em medicamentos vendidos sob prescrição médica, mais do que o consumo de fast food e gasolina no país. É um gasto maior do que o de Japão, Alemanha, França, Itália, Espanha, Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia, Canadá, México, Brasil e Argentina juntos. A indústria farmacêutica americana foi o setor mais lucrativo na economia do país entre 1995 e 2002. Para cada dólar vendido nas farmácias, 16 centavos eram de lucro. Só para dar mais alguns números bizarros desse mercado, o americano tomou, em 2006, 12 remédios prescritos por médicos, mais do que os oito receitados em 1994. Tudo isso por conta do marketing das indústrias farmacêuticas, que investem fortunas para fazer propaganda de remédios e “criam” novas doenças para poder vender mais medicamentos.

A reportagem foi escrita para falar do recém-lançado livro Our Daily Meds – How the Pharmaceutical Companies Transformed Themselves into Slick Marketing Machines and Hooked the Nation on Prescription Drugs (algo como Os remédios nossos de cada dia: como as empresas farmacêuticas se transformaram em máquinas de marketing escorregadias e viciaram a nação em drogas prescritas), da jornalista Melody Petersen.


Gols que valem dinheiro

julho 21, 2008

A Caja Navarra, um banco da Espanha, apostou no fanatismo dos espanhóis para ganhar clientes. Numa parceria com a equipe Osasuna, lançou o cartão de crédito Visa Osasuna há dois anos, destinado aos torcedores do clube. Agora, para dar mais força à iniciativa, o banco anunciou que vai dar dois euros por gol marcado pelo Osasuna na próxima temporada aos titulares de cartões Visa Osasuna. O benefício será mensal e a única premissa é que os clientes gastem, naquele mês, pelo menos 400 euros com o plástico. Segundo reportagem do El Economista, 3.725 foram emitidas até o momento.


Música clássica faz gastar mais

julho 11, 2008

A música interfere na vida das pessoas. É fato. Ouvir uma boa música pela manhã deixa qualquer um com mais pique para enfrentar o dia. Bom, pelo menos comigo isso acontece. Mas não é só no nosso ânimo que as canções interferem. O professor Adrian North, da Universidade Heriot Watt, de Edimburgo, na Escócia, provou cientificamente que a música adequada estimula os consumidores a comprar. Ritmos alegres, populares e modernos, por exemplo, podem fazer com que o cliente continue andando na loja ou até suba para outros andares num shopping. Já uma pessoa que ouve ao fundo música clássica fica disposta a gastar até 20% mais num mesmo produto, segundo notícia do jornal espanhol 20 Minutos. Mais uma armadilha para nos fazer comprar mais.