Café, bolacha, pirulito e chinelo grátis para frear o alcoolismo

outubro 16, 2010

Foto: London Evening Standard

As autoridades do bairro de Camden Town, em Londres, querem diminuir o índice de incidentes vinculados ao consumo excessivo de álcool. Para isso, passaram a distribuir gratuitamente àqueles que bebem chinelos, café da manhã, camisinhas e pirulitos. Os policiais britânicos são os encarregados de entregar o material entre 20h30 e 4h da manhã de todas as sextas-feiras e sábados. De acordo com o jornal inglês London Evening Standard, o café, o chá e as bolachas são para aliviar os estragos do álcool e os pirulitos têm o objetivo de fornecer açúcar a quem bebe demais. Já os chinelos são para evitar os tombos das moças que exageram na bebida e no salto alto. Junto com o pacote vem um folheto com informações sobre o consumo de álcool e drogas e saúde sexual. A iniciativa vai até o final deste ano e se fosse adotada de forma permanente custaria milhares de libras por ano ao governo. “Estamos gastando essas poucas centenas de libras todos os finais de semana para assegurar que as pessoas que vêm ao nosso bairro possam se divertir e chegar em casa com segurança”, disse Abdul Hai, membro do Gabinete de Segurança de Camden. Em 2009, os serviços médicos de Camden Town receberam 3.453 ligações relativas a incidentes relacionados ao consumo de álcool. É o segundo maior número de todo o Reino Unido.

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Sem dinheiro, sem festa de Natal

outubro 15, 2010

Foto: Reuters

Até a família real inglesa enfrenta dificuldades financeiras. A rainha Elizabeth II, da Inglaterra, anunciou que neste ano não haverá a tradicional festa de Natal oferecida a cada dois anos aos funcionários do Palácio de Buckingham. O motivo? “Difíceis circunstâncias financeiras” que afetam o país. Cerca de 600 funcionários da realeza esperavam comparecer à festa com um acompanhante.

Em setembro, o governo britânico pediu à monarquia controle das finanças do Palácio. O documento apresentado à realeza impõe severas condições ao uso do dinheiro destinado à Rainha – 38,2 milhões de libras (cerca de R$ 101 milhões) – para custear os serviços do Palácio. Segundo o memorando, ao qual o jornal britânico The Independent teve acesso, o governo teria o direito de administrar diretamente esse dinheiro caso haja um desentendimento entre os dois lados.


Sul-coreanos estão mais preocupados com o preço da couve do que com os ditadores da Coreia do Norte

outubro 14, 2010

Foto: iStockphoto.com

“Esqueça os maus ditadores. O preço da couve é o que realmente preocupa os coreanos.” É assim que a renomada revista inglesa The Economist introduz um artigo que fala do aumento do preço da couve na Coreia do Sul. Segundo o texto, a palavra na boca de todos os coreanos atualmente é couve. Isso porque o preço desse vegetal, a base para o preparo do kimchi, o prato tradicional da Coreia, sobe assustadoramente. O tal kimchi está presente em praticamente todas as refeições dos coreanos, é um símbolo nacional e está cada vez mais caro prepará-lo. Hoje, um pé de couve custa mais de 11 mil wons (cerca de R$ 16), bem mais do que os 2 ou 3 mil wons (R$ 3) que custava um ano atrás. Já é mais do que o quilo da carne de porco. R$ 16 num pé de couve? O prato tem que ser bom mesmo.


Prêmio de US$ 100 mil para o mais rápido a enviar uma mensagem de texto por celular

janeiro 19, 2010

Na semana passada, a LG, fabricante de telefones celulares, organizou um concurso curioso na cidade de Nova York, nos Estados Unidos: a pessoa mais rápida a digitar uma mensagem de texto ganharia US$ 100 mil (cerca de R$ 177 mil). Os vencedores da competição, batizada como LG Mobile World Cup, foram dois jovens sul-coreanos de 17 e 18 anos. O segundo lugar ficou com uma equipe de adolescentes americanas – 14 e 16 anos. Na terceira posição ficaram dois argentinos e em quarto, jovens brasileiros. Participaram do concurso 26 equipes de 13 países.


Cabines telefônicas inglesas ganham nova função

dezembro 10, 2009

As cabines telefônicas vermelhas da Inglaterra praticamente não têm mais função – é mais barato e prático comprar um chip pré-pago e falar de um celular que usar o telefone público – e se tornaram um estorvo para o governo. Fica complicado retirá-las das ruas, já que todo turista que vai à Inglaterra espera tirar uma foto em uma dessas cabines. A solução encontrada pela localidade de Westbury-sub-Mendip, no interior da Inglaterra, foi reciclar os tais postos telefônicos e transformá-los em pequenas bibliotecas. Os moradores da cidade podem usar a mini-biblioteca 24 horas por dia. Funciona assim: os usuários deixam um item na cabine – pode ser um livro, CD ou DVD que já não usam mais – e levam outro em troca.

(en español)

Las cabinas telefónicas inglesas ganan una nueva función
Las cabinas telefónicas rojas de Inglaterra prácticamente no tienen más función – es más barato y práctico comprar un chip prepago y hablar de un móvil que utilizar el teléfono público – y se convirtieron en un problema para el gobierno. No se puede retirar las cabinas de las calles, pues todos los turistas que llegan a Inglaterra esperan sacar una foto en una de ellas. La solución propuesta por el pueblo de Westbury-sub-Mendip, en el interior de Inglaterra, fue reciclar estos puestos telefónicos y transformarlos en pequeñas bibliotecas. Los moradores de la ciudad pueden utilizar la mini biblioteca 24 horas por día. Así funciona: los usuarios dejan un objeto en la cabina – un libro, CD o DVD que no utilizan más – y llevan otro en cambio.


Prejuízo do Ceagesp com chuva é de R$ 15 milhões

dezembro 9, 2009

A forte chuva que caiu na madrugada de terça-feira também trouxe prejuízos ao Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo). O maior centro de distribuição de alimentos da América Latina ficou embaixo d’água ontem e a administração da companhia estima perdas de R$ 15 milhões, valor médio de negócios em um dia de comércio normal. Também foram para o lixo cerca de 80 toneladas de melancia, uma perda de R$ 70 mil. Todo alimento que teve contato com a água foi para o lixo.

(versión en español)

Pérdidas del Ceagesp con la lluvia son de R$ 15 millones
La fuerte lluvia que cayó el martes por la madrugada también ha traído perjuicios al Ceagesp (Compañía de Entrepuestos y Almacenes Generales de Sao Paulo). El centro de distribución de alimentos más grande de Latinoamérica se ha puesto bajo agua ayer y la administración de la compañía estima pérdidas de R$ 15 millones, valor medio de negocios en un día regular de ventas. También se tiró a la basura 80 toneladas de sandía, una pérdida de R$ 70 mil. Cada alimento que tuvo contacto con el agua fue tirado a la basura.


Chuva afeta as vendas do comércio em São Paulo

dezembro 8, 2009

Chove desde a noite de segunda-feira em São Paulo. Na terça, mais água, com breves intervalos de tempo um pouco mais seco. Consequência de tanta chuva durante a madrugada, caos nas ruas da maior cidade do Brasil e seis mortes. Sem conseguir se locomover, a última coisa que o paulistano pensou nesta caótica terça-feira foi comprar. Não podia ser diferente e o comércio amargou queda nas vendas. Dados da Associação Comercial de São Paulo mostram que houve uma diminuição de 15,7% nas vendas do varejo na cidade entre 11h e 12h, na comparação com o mesmo período do dia anterior. As perdas foram aumentando ao longo da manhã. Entre 8h e 9h, a queda nas vendas era de 6,6%; entre 10h e 11h, de 14,8%.

(versión en español)

Lluvia afecta las ventas del comercio en Sao Paulo
Llueve desde la noche de lunes en Sao Paulo. Martes, más aguacero, con pocos intervalos de tiempo más seco. Consecuencia de tanta lluvia durante la madrugada, el caos en las calles de la ciudad más grande de Brasil y seis personas muertas. Sin alcanzar moverse por la ciudad, la última cosa que el paulistano pensó en este caótico martes fue salir de compras. No podría ser diferente y el comercio tuvo una disminución en las ventas. Datos de la Asociación Comercial de Sao Paulo enseñan una caída de 15,7% en las ventas en las tiendas de la ciudad entre 11h y 12h, en comparación con el mismo período de tiempo del día anterior. Las pérdidas fueron subiendo al largo de la mañana. Entre 8h y 9h, la caída en las ventas era de un 6,6%; entre 10h y 11h, de un 14,8%.